Sentido, perdas e transições
Momentos em que o mundo perde cor: luto, mudanças, fim de ciclos. Acompanhamento para nomear o vivido, sustentar a dor sem apressar “superação” e redescobrir direções possíveis.
Psicologia clínica, fenomenologia existencial
Olá, sou Maria Eduarda Franco da Silva, psicóloga. Trabalho a partir da escuta fenomenológica e dos horizontes da abordagem existencial: angústia, escolhas, sentido, vínculos e o modo único como você habita o mundo. Aqui, a ciência encontra acolhimento, sem pressa para “performar” cura.

Maria Eduarda Franco da Silva
Sou psicóloga e entendo a terapia como um encontro entre duas existências: um lugar onde suas vivências, mesmo as contraditórias, podem ser ditas, nomeadas e reorganizadas com mais liberdade e responsabilidade.
Minha escuta é orientada pela abordagem fenomenológica existencial: atenção ao que se revela no aqui e agora, respeito ao seu tempo simbólico e compromisso com a ética profissional. Não busco encaixá-la em fórmulas; busco caminhar ao seu lado na singularidade do que você atravessa.
Na perspectiva existencial, não há receita única: o que importa é o que se dá a ver na sua situação concreta. Na primeira conversa, escutamos intenções, dúvidas e limites. A partir daí, decidimos juntos se faz sentido iniciar um processo.
Momentos em que o mundo perde cor: luto, mudanças, fim de ciclos. Acompanhamento para nomear o vivido, sustentar a dor sem apressar “superação” e redescobrir direções possíveis.
Inquietações existenciais, dilemas morais, culpas e evitações. Exploramos o que se pede de você com realismo e gentileza, para que escolhas mais alinhadas à sua verdade possam emergir.
Relações amorosas, familiares ou de trabalho; solidão; dificuldade de se colocar. Fenomenologia ajuda a descrever padrões vividos no corpo e na linguagem, abrindo novas formas de estar com o outro e consigo.
Linha de trabalho
Minha prática dialoga com autores da tradição fenomenológico existencial (como as contribuições de Binswanger, Boss, Minkowski e caminhos próximos de Frankl, May e Yalom, cada um à sua maneira). O foco não é “corrigir” você, mas compreender modos de existir no mundo e ampliar possibilidades de relação consigo, com o outro e com o que dá sentido à sua vida.
Interesso-me pelo que se mostra na sua experiência: corpo, emoções, linguagem e o modo como você habita situações do dia a dia. Fenomenologia, aqui, é escuta fina ao “como” das coisas aparecem para você, sem reduzir sua história a rótulos prontos.
Você não é um conjunto fixo de traços: está sempre em relação com tempo, escolhas, vínculos e contextos. Trabalhamos o que se abre no presente, reconhecendo o peso do passado e a incerteza do futuro como parte do que é humano.
A abordagem existencial convida a assumir a própria vida como tarefa: não no sentido de “culpa”, mas de autoria, para descobrir possibilidades reais dentro das suas condições. Juntos, exploramos dilemas, valores e compromissos que tornam sua existência mais sua.
Um espaço ético e confidencial para você dizer o que precisa, no ritmo que for possível, inclusive o silêncio, quando ele também fala.
Buscamos clareza sobre o que você vive: situações, modos de ser no mundo, tensões e desejos. Compreender amplia leque de respostas, sem apressar fechamentos.
Experimentamos novas formas de se posicionar frente à vida: escutando o corpo, reorganizando narrativas e fortalecendo escolhas alinhadas ao que importa para você.
Transparência faz parte do cuidado. Se restar alguma dúvida, escreva no contato.
É uma forma de fazer terapia que prioriza sua experiência vivida (fenomenologia) e as questões próprias da condição humana: liberdade, responsabilidade, tempo, morte, solidão, sentido (existencialismo clínico). O foco está em compreender como você está no mundo, e não em “etiquetar” você de fora para dentro.
É um encontro de acolhimento: tempo para você falar do que trouxe, para eu explicar como costumo trabalhar e para alinharmos expectativas. Não há obrigação de continuar; o vínculo terapêutico precisa fazer sentido para ambas as partes.
O atendimento é particular. Quando couber, posso orientar sobre documentação para reembolso junto ao seu plano de saúde.
As duas modalidades são possíveis, conforme combinado. O importante é garantir privacidade, continuidade e um espaço em que você se sinta relativamente seguro para falar.
Cada sessão tem cerca de 50 minutos. A frequência costuma ser semanal no início, podendo ser ajustada conforme a necessidade do processo.
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